Alice Nayara Branco

GESTÃO DE CUSTOS LOGÍSTICOS NA TRANSPORTADORA FIDELIS

GESTÃO DE CUSTOS LOGÍSTICOS NA

TRANSPORTADORA FIDELIS

Resumo

O presente projeto foi realizado na empresa Transportadora Fidelis, com base em custos logísticos e na gestão de transporte, para propor melhorias para o controle dos custos na frota da empresa. A problemática da pesquisa, foi: Como propor melhorias para o controle dos custos na frota da empresa Fidelis? Como objetivo geral deste trabalho definiu-se com objetivos específicos relatar o desemprenho do caminhão atreves da quilometragem; Calcular a produtividade; Analisar os custos da manutenção e propor um modelo de gestão para o controle dos custos da frota. A pesquisa classificou-se como aplicada, de abordagem qualitativa e quantitativa; de cunho exploratório; e ainda classificou-se como pesquisas bibliográfica e estudo de caso. Conclui-se que mesmo com a carência na gestão dos custos não impede a empresa obter bons resultados, mas o controle do custos elevaria a um aumento de lucratividade e alcançaria uma gestão mais eficiente dos seus processos e resultados operacionais.

Palavras chave: Custos Logísticos. Controle. Transporte.

COSTS IN LOGISTICOS CARRIER MANAGEMENT FIDELIS

Abstract This project was realized in carrier Fidelis, based in logistics costs and transport management, to propose improvements to the control of costs in the company's fleet. The problems found in the search, was: how to propose improvements to the control of costs in the company's fleet Fidelis? With the overall objective of this work we carry out an analysis in order to obtain a control fleet costs. Before the work had as basis the specific objectives of the report the performance of dare truck mileage; Calculate the productivity; Analyze the costs of maintenance and propose a management model for the control of the costs of the fleet. The survey classified as applied, of qualitative and quantitative approach; exploratory-oriented; and still classified as literature and case study research. It is concluded that even with the shortage in the management of costs does not prevent the company obtain good results, but cost control would bring an increase of profitability and would achieve more efficient management of your processes and operational results. Keywords: Logistics Costs. Control. Transport

1 INTRODUÇÃO

Na instituição de ensino Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial-Senai da unidade Ponta Grossa - Paraná para aprovação no curso Técnico em Logística realizou-se um projeto técnico para propor soluções para a empresa Transportadora Fidelis, em aspectos relacionados à área.

Definiu-se executar o projeto com base na gestão de transporte e custos logísticos para que a empresa tivesse uma gestão de frota eficiente para melhoria do serviço prestado e controle contábil.

Ao realizar a visita na empresa foram abordados alguns itens de onde seria viável o projeto elencando como prioridade a gestão da frota, pois há necessidade de monitorar os veículos otimizando os resultados econômicos da empresa. Estudos foram feitos para contribuir com a redução dos custos, podendo através de gráficos e planilhas identificar os custos logísticos da empresa para tomada de decisão dos gestores.

A problemática da presente pesquisa foi: propor melhorias para o controle dos custos na frota da empresa Fidelis? E como objetivo geral definiu-se: Análise de melhorias para o controle dos custos na frota da empresa Fidelis.

Segundo Instituto dos Contadores Gerenciais (IMA,1992 apud FARIA; COSTA, 2011, p. 69) afirma-se que: “Os custos logísticos são os custos de planejar, implementar, avaliar e controlar inventário de entrada em processos e de saída desde o ponto de origem até o ponto de consumo”. Os fatores que podem ser levados em consideração são o combustíveis, manutenção, pneus e salário dos motoristas tendo como base a produtividade do caminhão, pois tem impacto significativo no faturamento da empresa.

Concluiu-se que a carência de gestão não impede a obtenção de bons resultados de modo geral, mas o controle dos custos visualizará a dos resultados, tanto positivos como negativos para alcançar uma gestão eficiente para o bom desempenho da empresa.

2 LOGÍSTICA

Historicamente a logística teve seu início com Alexandre O Grande, por suas técnicas logísticas para derrotar seus inimigos e conquistar a península mediterrânea. Mas um grande marco na logística veio com a segunda guerra mundial. Segundo Novaes (2007. p.31):

A logística estava essencialmente ligada às operações militares. Ao decidir avançar suas tropas seguindo uma determinada estratégia militar os generais precisavam ter, sobre suas ordens, uma equipe que providenciasse o deslocamento, na hora certa, de munição, víveres equipamento de socorro médico para o campo de batalha [...].

Atualmente a logística tornou-se mais importante, não sendo somente um transporte, mais todo um processo, desde o fornecedor do fornecedor, ao cliente do cliente. Em definição logística atende a diversas áreas, como movimentação, estocagem de materiais e produtos, englobando fluxos de bens e informações, desde o fornecedor, o processo produtivo, e até o consumidor final. Engloba também transporte, armazenagem, recebimento e expedição de materiais, acondicionamento de produtos, separação de pedidos e materiais entre muitas outras atividades, envolvendo o planejamento e controle. Para Martins (2005, p. 252) “a Logística é responsável pelo planejamento, operação e controle de todo o fluxo de mercadorias e informação, desde a fonte fornecedora até o consumidor [...]”. A logística tem como objetivo satisfazer seus clientes utilizando-se de recursos desde o princípio até a entrega ao cliente, com o produto certo, na quantidade certa, na condição, tempo e lugar certo. Nos dias de hoje a uma dificuldade em ter a plena satisfação do cliente, pois são diferentes uns dos outros, suas necessidades variam, por isso a logística procura utilizar-se da cadeia de suprimentos para atendê-los com destreza. A cadeia de suprimento abrange desde o projeto de fabricação a compra, stocagem e venda de produto e tudo isso para sattisfazer o cliente e sua necessidades que é o grande foco das empresas.

2.1 MODAIS DE TRANSPORTE O transporte surgiu com a necessidade de deslocar algo ou alguém, de um lugar para o outro. Antigamente utilizava-se de animais para esses meios, com o tempo foi desenvolvido rodas e consequentemente surgiram as carroças, que foi o primeiro meio de locomoção de pessoas. Com isso o homem descobriu novos meios de transportes, por que houve um aumento das necessidades pelos fatores de evolução que estavam ocorrendo naquela época. Já com as embarcações os primeirosbarcos, eram produzidos de troncos de árvores, a fabricação desse transporte foi se aprimorando para a elaboração de barcos maiores e mais aprimorados, com novas tecnologias.

Modais

Definição

Aérioviario Transportar pessoas e mercadorias através das aeronaves, e segundo Keedi (2011, p. 45), o modal aéreo é rápido e adequado para mercadorias urgentes. É um meio de transporte considerado misto.

Aquaviário Transporte de mercadoria e de passageiros, percorrer por oceanos, mares, rios, lagos, ou canais e segundo Keedi (2011), o transporte marítimo é realizado através de vias aquáticas, através de navios, barcos, barças. Sua capacidade de carga atinge centenas de milhares de toneladas.

Dutoviário Modal utiliza-se pela força exercida na gravidade ou da pressão mecânica por meio de dutos, para Rodrigues (2004) o transporte dutoviário tem certa natureza para transportar os produtos, como o tamanho do produto, tempo de trânsito, e geralmente transportam granéis, líquidos e gasosos.

Ferroviário De acordo com Ribeiro e Ferreira (2002), o transporte ferroviário e utilizado principalmente no transporte de grandes tonelagens de commodities, ao longo de distâncias relativamente longas.

Rodoviário De acordo com Keedi (2011, p. 159):O transporte rodoviário tem uma característica únicas, que o diferencia de todos os demais modos, quer é a sua capacidade de trafico por qualquer via. Ele não se até em hipótese alguma a trajetos fixos, tendo a capacidade de transitar por qualquer lugar, apresentando uma flexibilidade impar quando a percursos. Isso me dá uma vantagem extraordinária na disputa pela carga com os demais modos. Quadro 1- definições dos modais. Fonte: Altoria Própria (2017) Com o passar dos anos obteve-se um grande conhecimento das técnicas e com isso foi desenvolvido métodos mais velozes, como as grandes embarcações e os navios.Foi ai que o transporte aquaviário teve um grande desenvolvimento aumentando o comércio internacional e possibilitou flexibilidade e eficiência dentro do processo logístico. E foi no mesmo período em que as locomotivas cruzavam as fronteira, originava-se a indústria automobilística, que introduziu o caminhão e complementou a transformação dos transportes brasileiros, ampliando

o meio de entregas aos clientes, também de acesso nas localidades por meios mais eficientes e rápidos.Caixeta Filho (2001, p.16) ressalta que: Primeiramente, os transportes tem a função básica de proporcionar elevação na disponibilidade de bens a o permitirem o acesso do produto que de outra maneira não estariam disponíveis para a sociedade ou estaria apenas a um elevado preço. Tem assim, a função econômica de promover a integração entre sociedades que produzem bens diferentes entre si. Outra função econômica atribuída ao sistema de transporte é a possibilidade de expandir mercados. A última parte da evolução do transporte ocorreu entre o Século XX, que foi incrementado com a utilização do meio aéreo, ou seja, o avião. Era o elemento que precisava para explorar o espaço que faltava, minimizando o deslocamento das pessoas e cargas, de forma que possibilitou a formação definitiva com o mundo. No gráfico 1 relatamos sobre a porcentagem de movimentação de carga de cada modal no Brasil que atualmente são: Gráfico 1 – Porcentagem dos transportes no Brasil Fonte: ANTT (2011) De acordo com Kumar e Rajan (2000,p.32), o conceito dado ao transporte é: “o deslocamento de bens de um ponto a outro, levando-se em consideração as restrições de integridade da carga e de confiabilidade de prazos”. Foram impostos diversas condições que possibilitariam o início do processo de separação, escolha entre as diversas modalidades de transporte e as múltiplas vias que ficaram conhecidos como aquáviario, ferroviário, rodoviário ou aéreo. Onde, portanto houve um grande avanço, e ocasionou na melhor separação dentre os modais.

13%

58%

4%

25%

Aquaviário

Rodoviário

Dutoiário eAéreo

Ferroviário

2.2 CUSTOS

Podemos definir custos como avaliar todos os conceitos relativos a gestão logística para identificar os elementos que os compõem, verifica-se individualmente cada um, há sequência do processo, assim se tem uma visão da logística como um todo sempre buscando minimizar os custos totais, para alcançar uma gestão logística de qualidade com objetivo principal de focar e estabelecer políticas para possibilitar redução dos custos e a melhoria contínua do nível de serviço, tendo há visão de quais são os gastos relativos aos sacrifícios dos recursos associados ao processo logístico. Sink e Tuttle (apud FARIA; COSTA, 2011, p.69) afirmam que “[...] em algumas linhas de produtos ou serviços, o custo é o principal determinante do sucesso competitivo”. Assim deve-se planejar, implementar, avaliar e controlar todo o inventário de inbound (entrada), e de outbound (saída), os custos podem ser classificados de acordo com a finalidade como diretos e indiretos, variáveis e fixos, controláveis e não controláveis, de oportunidade, os relevantes, os irrecuperáveis, os diferenciais, os ocultos, de padrão, de meta, de kaizen, e do ciclo de vida do processo.

A relação entre os custos fixos: que ocorrem período após período, não se alteram também contempla a depreciação dos ativos, os gastos com mão-de-obra e outros gastos gerais os custos variáveis: variam em relação ao volume da atividade.

A gestão dos Custos nada mais é que uma estrutura de raciocínio que pode ser de cada elemento ou associado ao total do processo, onde todos os fatores afetam na receita, portanto deve-se utilizar sistemas de informações para a eficiência das operações.

As atividades logísticas atualmente, está correlacionada, com a decisão sobre as atividades que as empresas realizam, também sobe a decisão de transporte mais viável, que deve ser decidido com base em custos logísticos. Como podemos entender o conceito de gerenciamento da logística, visa definir desde o processo de entrada, até o consumidor final, as empresas devem ter a posição de avaliar os custos, e como é o desempenho de cada atividade do fluxo de maneira integrada.

Um sistema Logístico unificado consiste em um conjunto de decisões sobre números, localizações e dimensões de armazéns e seleção de meios de transporte. A escolha de um sistema logístico existe o exame dos custos de distribuição totais associados ao sistema proposto e a seleção do sistema que minimize o custo total (KOTLER, 1974 apud REIS, 2006, p. 29).

Para que este custo seja relativamente reduzido contamos com o relacionamento do cliente, da relação do frete, armazenagem, custo fixo e variável, vendas, e entregas.

Custos de transporte é o subprocesso mais relevante da logística, segundo Gurgel (2002, p. 398) Ressalta que:

Os principais objetivos da qualidade de transporte estão associados aos objetivos finais da empresa de modo a corresponder ás expectativas previstas em termos de qualidade. Portanto precisa ser visto cuidadosamente tendo em vista o impacto na verificação dos custos logísticos totais onde sua eficiência está ligada diretamente a satisfação do cliente e a minimização dos custos, almejando sempre a otimização do transporte.

O transporte rodoviário é mais utilizado para cargas pequenas e médias, para curtas ou médias distancias de ponto a ponto, com ampla cobertura, pois é flexível e versátil, se adaptando as necessidades de serviços do que outros modais de transporte, devido a praticidade na movimentação de diversos tipos de cargas, existem alguns custos fixos associados ao fator tempo, assim como variáveis que são relacionados ao fator distância.

Os custos fixos associados são: salário do motorista, depreciação do veículo, depreciação do equipamento, licenciamento e IPVA, seguro, custo de oportunidade (investimentos) e tributos. E custos variáveis tomando por base a quilometragem percorrida que podem ser: manutenção, combustível, óleos, pedágios, lavagens, pneus. A junção das informações permite analisar, monitorar e controlar os custos através de diversas ferramentas como gráficos, planilhas, coletores de dados entre outros para gerenciar as operações logísticas.

Perante os benefícios alcançados pela gestão contábil, estão a padronização que melhora a leitura dos dados, avaliação do desempenho, o abastecimento de informações confiáveis, quais são os custos relevantes, o controle de inventario, redução de tempo, maior integridade das informações para ganhos significativos em produtividade evitando retrabalhos e desperdícios, porque o ideal é que a empresa tenha uma visão real de seus custos logísticos por isso é necessário a controladoria do gestor para a tomada de decisão, pois a melhor forma de se obter lucro é deixar de perder.

2.2.1 CUSTOS DIRETOS E INDIRETOS

Pode ser definido como custos diretos aquilo que tem identificação e diretamente acerca de cada atuação a ser custeado, no momento ocorrido, isto é, está adjunto diretamente a cada perfil de bem ou função de custo. É aquele que pode ser atribuído diretamente a um produto. No caso da logística a embalagem e a mão de obra, e outras prestação de serviços.

De acordo com Perez Junior e Oliveira (2001, p.23), afirmam que, “custos diretos são os custos que podem ser quantificados e identificados os produtos ou serviços e valorizados com relativa facilidade”. Por isso, não necessitam de medidas de rateios para serem exclusivo aos produtos manufaturados ou serviços prestados, já que são facilmente distinguidos.

Budóia e Buzato (2012) relatam que os custos indiretos já são mais abrangentes e não estão diretamente ligados ao processo de produção, como materiais de consumo, mão de obra indireta, depreciação, energia elétrica, telefone, água e outros. Custos indiretos são aqueles que não podem ser diferenciado dependendo do objeto de custeio de maneira viável. Não podem ser gerenciado diretamente a cada tipo de objeto ou serviço, tais como os custos com a tecnologia, utilizado em um processo logístico que atenda diversos clientes.

Custos Diretos

Custos Indiretos

- Matérias-primas usados na fabricação do produto - Mão-de-obra direta - Serviços subcontratados e aplicados diretamente nos produtos ou serviços.

- São os custos que dizem respeito à existência do setor fabril ou de prestação de serviços, como depreciação, seguros, manutenção de equipamentos, etc.

Quadro 2 – exemplos de custos diretos e indiretos

Fonte: Autoria Própria (2017)

2.2.3 CUSTOS FIXOS E VARIÁVEIS

Os custos fixos são os custos que tem a necessidade para o andamento normal da empresa. Na área logística, um bom exemplo é o aluguel de um lugar para estocagem de produtos, independentemente da quantidade transportada, armazenado ou descarregado. Perez Junior e Oliveira (2001) também citam que os custos fixos que permanecem constates dentro de determinada capacidade instalada, independentemente do volume de produção.

Os custos fixos associados são: salário do motorista, depreciação do veículo, depreciação do equipamento, licenciamento e IPVA, seguro, custo de oportunidade (investimentos) e tributos. E custos variáveis tomando por base a quilometragem percorrida que podem ser: manutenção, combustível, óleos, pedágios, lavagens, pneus. A junção das informações permite analisar, monitorar e controlar os custos através de diversas ferramentas como gráficos, planilhas, coletores de dados entre outros para gerenciar as operações logísticas.

Já os custos variáveis, ao contrário, estão intimamente relacionados com a produção, crescem com o aumento do nível da atividade da empresa, tais como os custos de matéria-prima, ou seja, são diretamente proporcionais ao volume de produção/prestação de serviços. No caso da atividade de Logística variam de acordo com o volume transportado, armazenado e dos serviços prestados. Na percepção de Budóia e Buzato (2012), os custos variáveis estão intimamente relacionados com a produção, crescem com o aumento do nível da atividade da empresa, tais como os custos de matéria-prima.

Custos Fixos

Custos Variaveis

- Limpeza e Conservação

- Aluguéis de Equipamentos e Instalações

- Salários da Administração

- Segurança e Vigilância

- Matérias-Primas

- Comissões de Vendas

- Insumos produtivos (Água, Energia)

Quadro 3 – Exemplos de Custos Fixos e Variaveis

Fonte: Autoria Propria (2017)

3 ANÁLISE DE TABELA

Visando cumprir com a problematica e os objetivos definidos para a presente pesquisa, em 15 se março ,de 2016 foi entregue uma tabela desenvolvida pela equipe de pesquisadoras visando indentificar e coletar informações a cerca do controle de custo dos caminhões para a empresa

Figura 1 – Scanner da Planilha 1 entregue a empresa

Fonte: Autoria Própria (2016)

A figura 1 foi devolvida para a equipe pelos gestoresda enpresa no dia 20 de março de 2016, fora do prazo estabelecido pela equipe, mesmo sendo realizado cobranças diariamente com o Marcos Fidelis sócio-gerente da empresa, onde a mesma foi entregue sem os devidos preenchimentos solicitados pela equipe. Verifica-se claramente a falta de comprometimento dos colaboradores e dos gestores, e anda a falta de exigencia dos gestores para com

procedimentos de controle da empresa. Desta forma a equipe ticou impossibilitada de relatar o desempenho do caminhão através da quilometragem; Calcular a produtividade do caminhão mediante quilometragem; Analisar os custos da manutenção (preventiva, preditiva, e corretiva):

Sem esse comprometimento por parte dos colaboradores não tem como implantar nenhum sistema de controle, pois esse método simples de preencher tabelas seria essencial para uma boa gestão.

4.3 ANÁLISE DO QUESTIONÁRIO

Nesta análise as informações foram coletadas com os funcionários através de questionários, na Transportadora Fidelis. Os questionários foram aplicados em 4 colaboradores sendo eles, motoristas, e assistentes administrativos. Eles responderam um questionário com 10 questões objetivas.

Gráfico 2 – Controle dos custos

Fonte: Autoria Própria (2016)

No gráfico 2, 100% dos funcionários afirmam que há controle nos custos da frota. Diante das visitas técnicas realizadas na empresa, verificamos que há o controle manual das notas, mas esse controle é possível de falhas pois as informações são incompletas, assim vemos que o única informação sobre seus gastos e as notas fiscais o que não seria suficiente, pois eles não tem conhecimento das suas despesas, reconhecendo, que o planejamento é inadequado baseado nos dados incoerentes.

[]

0%

Na empresa Fildelis há algum controle nos custos da frota?

Sim

Não

Gráfico 3 – Importância de controle dos custos

Fonte: Autoria Própria (2016)

No gráfico 3, é unanime as reposta dos funcionários afirmando que é importante a análise do controle do custo. Verificando as respostas, afirmamos que os colaboradores tem discernimento que é de fundamental importância se obter o controle dos custos, para um bom desempenho da empresa.

Gráfico 4 – Manutenções na frota

Fonte: Autoria própria (2016)

No Gráfico 4, existe uma uniformidade dos colaboradores confirmando que ocorre manutenções frequentes na frota. Portanto autenticamos um alto giro nos custos da frota sendo assim indispensável o planejamento e controle dos custos na empresa.

[]

0%

Você considera importante que na empresa tenha uma análise de controle de custos?

Sim

Não

0

0%

Com qual frequencia ocorrem as manutenções na frota?

Frquentemente

Raramente

Nunca

Verificamos que na tabela1 entregue a empresa, não foi preenchido o campo onde pedia para informar a manutenção e trocas de pneus do caminhão, e com isso verificamos mais uma vez a falta de comprometimento dos colaboradores influencia no controle dos custos na empresa.

Gráfico 5 – Apoio dos funcionários ao controle de custos da frota

Fonte: Autoria Própria (2016)

No Gráfico 5, há uma concordância nas respostas dos funcionários onde confirmam que apoiariam se a empresa aderisse a um meio de controle dos custos.

Isso é um ponto positivo, pois eles se comprometem a aderir um meio de controle se este for implantado, se capacitarem os colaboradores.

[]

0%

Se a empresa aderisse a um meio de controle de custos da sua frota, você considera que teria apoio dos funcinarios?

Sim

Não

50%

50%

É analisado frequentemente, qual é o melhor local para abastecimento da frota de acordo com o destino?

Sim

não

Gráfico 6 – Melhor local para abastecimento da frota

Fonte: Autoria própria (2016)

No gráfico 6, não é unânime pois 50% dos funcionários afirmam que é analisado frequentemente o local de abastecimento da frota porem 50% respondeu que não. Verificamos que o planejamento é inadequado dos custos logísticos

A carência de informações para os funcionários, pois há parecerias com postos de combustíveis na cidade de Ponta Grossa. Sendo assim, mesmo na cidade poderia reduzir custos e expandir esse sistema de parcerias com outros municípios onde a empresa faz o transporte.

Gráfico 7 – Repasse da quilometragem do caminhão aos gestores

Fonte: Autoria Própria (2016)

No gráfico 7, 100% dos colaboradores afirmam que não repassam a quilometragem do caminhão para os gestores diante dessa informação vemos que eles se equivocaram na resposta 1 do questionário pois esses mesmo se contradizem dizendo que há controle nos custos, mas na resposta do gráfico 7 dizem que não é repassado a quilometragem do caminhão. Portanto se eles não possuem a produtividade do caminhão, eles não possuem controle sobre a frota.

Atestamos a 2ª hipótese de carência no controle da gestão de transporte pois, eles não tem o conhecimento da produtividade do caminhão e também a 3ª onde há ausência de avaliações periódicas.

0%

100%

É repassado a quilometragem do caminhão para que os gestores tenham controle do custo da frota?

Sim

Não

Gráfico 8 – Disponibilização de planilhas para coleta de dados dos caminhões.

Fonte: Autoria própria (2016)

No gráfico 8, 75% dos funcionários confirmam que a empresa não disponibiliza planilhas ou tabelas para o controle de dados referente aos caminhões e apenas 25% afirmam que sim, que existe controle através de planilhas. Atestamos que a empresa não faz controle da frota por planilhas, pois a planilha entregue a empresa pela equipe não foi devidamente preenchida como solicitado,

Gráfico 9 – Custo da frota e o impacto no valor do frete

Fonte: Autoria própria (2016)

No gráfico 9, é aparentemente a unanimidade dos colaboradores, pois responderam que tem o conhecimento de quanto o custo da frota impacta no valor do frete. Constatou-se com essa informação que os colaboradores estão cientes que o custo da frota impacta no valor do

100%

0%

Vocêtemconhecimentodequantoocustodafrotaimpactanovalordofrete?

Sim

Não

25%

75%

A empresa se preocupa em disponibilizar planilhas ou tabelas para a coleta de dados referente aos caminhões?

Sim

Não

frete. Porém não repassam as informações dos custos do caminhão para os gestores. E nem há cobrança dos gestores.

Gráfico 10 – Ferramenta de roteirização na frota

Fonte: Autoria própria (2016)

No gráfico 10, é de total conformidade que os funcionários afirmam que a empresa, tem uma ferramenta de roteirização em sua frota. A Transportadora Fidelis nos informou que possui GPS, portanto é viável, realizar a análise de dados se for padronizado o sistema de controle de custos pelos gestores.

Gráfico 11 – Motivação para trabalhar na empresa.

Fonte: Autoria Própria (2016)

100%

0%

A empresa tem alguma ferramenta de roterização em sua frota?

Sim

Não

0%

25%

0%

50%

25%

Quais fatores motivam você a trabalhar nessa empresa?

Salário

Estabilidade

Comissão

Reconhecimento

Outros

No gráfico 11, metade dos colaboradores confirmam que o reconhecimento da empresa, sendo esse o fator que motiva o colaborador para trabalhar, 25% responderam outros benefícios, e 25% afirmam que é a estabilidade que favorece para eles. Adiante da opinião dos funcionários atestamos que se houver motivação por parte dos gestores, os colaboradores terão uma produtividade maior, e um comprometimento com a empresa

4.4 ANÁLISE DE ENTREVISTA

Nesta etapa do trabalho foi realizada entrevistas com gestores para conseguirmos compreender como a empresa trabalha, e assim analisar as respostas dadas. Essa entrevista foi realizada com 2 colaboradores que ocupam os cargos de sócio gerentes na empresa Transportadora Fidelis, eles responderam uma entrevista com 5 perguntas descritivas.

Perguntas

Entrevistado 1

Sócio-gerente: Marcos Fidelis

Entrevistado 2

Sócio-gerente: Nilton Fidelis 1) Como propor melhorias para o controle dos custos na frota da empresa Fidelis? “Trabalhando com produtos de qualidade e procedência, manutenção em oficinas da qualidade e combustível de confiança” “Depende de cada empresa, teria como colocar meio de controle.”

2) Como a empresa faz o controle dos custos da sua frota habitualmente?

“Faz um balanço total das notas”

“Controle manual, pelas notas e somas as despesas.” 3) Se a empresa implantasse um sistema de controle de custos da frota, os colaboradores alimentariam o sistema de forma continua? “Não” “Sim”

4) De acordo com os resultados econômicos atuais da empresa, em sua opinião com o controle dos custos seria capaz de

“Sim, porém os funcionário não ajudariam”

“Sim”

aumentar a lucratividade?

5) Qual a importância de um sistema de roteirização e parcerias com outras prestadoras de serviços (como por exemplo, os postos de combustíveis)? “Não tem parceria fora de Ponta Grossa, só uma linha fixa tem, por que varia a rota.” “Somente na cidade, fora não tem pela rota que ele faz.”

Quadro 1 - Entrevista realizada com os Sócios-gerentes

Fonte: Autoria Própria (2016)

Perante as respostas da questão número 1, ficou claro a falta de planejamento dos custos logísticos, pois suas respostas foram insuficientes. Analisando as respostas dadas, podemos ver claramente que alguns aspectos as respostas foram incoerentes com o que foi perguntado. Podemos ver com o entrevistado Nilton na pergunta 1 onde responde de forma inadequada sobre propor melhorias no controle dos custos na sua empresa. Ele Ressalta: “Depende de cada empresa, teria como colocar meio de controle.”. Assim conclui-se que há uma falta de interesse dos próprios gestores como afirmamos na hipótese 5 que há pouco nível de exigência por parte dos gestores.

Através das informações dadas na respostas 2, percebe-se a limitação do controle dos custos, pois o trabalho manual é possível de falhas, não há formalização contábil dos custos. De acordo com a resposta ditas por eles nesta questão afirmam que a empresa faz um controle com as notas, e apenas soma-se as despesas. Segundo o Nilton um dos gestores, ressalta que “Controle manual, pelas notas e somas as despesas.” Sendo assim ele afirmam que não sabem onde gastam, apenas a somam e pagam, com isso confirmamos mais uma hipótese onde afirmamos que a empresa tem um planejamento inadequado dos custos logísticos.

Fica evidenciado através da pergunta 3 a discordância de opiniões. Pois o entrevistado Marcos Fidelis, responde que seus colaboradores não iriam ajudar a manter um sistema de controle, para que os gastos sejam de total controle dos gestores. Porém o Sócio-gerente Nilton Fidelis afirma que os colaboradores ajudariam a manter este controle. Com isso mostra que um dos gestores está equivocado na sua resposta, pois nossa equipe fez uma pesquisa na empresa durante dois meses, sendo que o tempo previsto seria um mês, e não houve colaboração dos funcionários, e nem cobrança dos gestores.

Vale ressaltar que na pergunta 4, onde indagamos se o controle dos custos aumentaria a lucratividade da empresa, obtivemos a seguinte resposta do entrevistado Marcos Fidelis, ele ressalta: “Sim, porém os funcionário não ajudariam”. Sendo assim podemos ver a falta de confiança e um fator de dificuldade para se implantar um sistema de controle, pois nem mesmo um dos gerentes tem confiança em seus funcionários, onde confirmamos mais uma hipótese que diz que há uma falta de comprometimento dos funcionários com informações confiáveis.

Com base nas informações da resposta 5, eles respondem que há parcerias com postos de gasolina somente em Ponta Grossa, e isso facilita um pouco o controle, pois saberiam aonde seus motoristas estão abastecendo e quanto custaria. O que não acontece fora da região onde o caminhão tem uma rodagem maior, e o abastecimento do veículo fica a disposição do motorista abastecendo onde ele achar melhor, e isso não poderia acontecer pelo simples fato do motorista não passar os dados de onde abasteceu e da quilometragem para os gestores.

4 CONSIDERAÇOES FINAIS

Ao concluir este trabalho desenvolvido junto a empresa Transportadora Fidelis, buscou-se identificar os custos logísticos da frota, com o intuito de propor melhorias no controle dos custos na frota da empresa, onde foi possível reforçar nossa opinião que o planejamento é inadequado, pois não há base de dados confiáveis, ocorrendo uma carência no controle da gestão de transporte, pela falta de comprometimento dos colaboradores e gestores com informações confiáveis sob os custos.

Analisamos que o controle da frota é feito manualmente estendo sucessível a falhas, o gestor da frota não tem ciência da produtividade do caminhão pois não há controle sobre a quilometragem percorrida durante o mês, não é estabelecido um controle sobre as manutenções realizadas na frota.

Propomos para a empresa um modelo de gestão através de planilhas sobre a quilometragem percorrida, o custo com combustível, manutenção, pedágio, despesas com o caminhão, onde somente era necessário preencher com as informações diariamente, mas não se obteve sucesso, faltou comprometimento do funcionário de repassar as informações e do gestor em solicitar este relatório.

Foi entregue as planilhas na empresa dia 15/03/16 onde deveria retornar para a pesquisa após um mês, mas o regresso foi no dia 20/05/2016 incompleto, não sendo possível realizar a análise dos dados para a formalizar o relatório contábil da frota. Sendo assim verificamos a importância do controle dos custos para a tomada de decisão, pois é o suporte para o processo estratégico, tático e operacional.

Este trabalho contém informações que poderão ser utilizadas como base pela empresa, para a formalização contábil dos custos com a frota, pois se faz necessário aplicar estes conceitos para que e obtenha o controle dos custos logísticos da frota.

Portanto concluímos que a carência de gestão não impede bons resultados, mas o controle dos custos visualiza os resultados tanto positivos como negativos, para que se alcance uma gestão eficiente para o bom desemprenho e crescimento da empresa Fidelis Transportes.

4.1 APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS PARA CONTROLE DOS CUSTOS

Para que a empresa obtenha o controle contábil dos custos da frota, a equipe propôs com a ajuda do professor José Joanir de Oliveira, que a Transportadora Fidelis utilize-se das tabelas 2, 3 e 4. Com base nos dados de controle de rodagem (quilometragem), de pneus e manutenção

Tabela 2 – Exemplo de controle de rodagem

Fonte: Autoria Própria (2016)

Na tabela 2 seria necessário alimentar os dados sobre o dia, veiculo (placa), o nome do motorista, tipo de combustível e valor, quantidade em litro, total pago, a quilometragem inicial da jornada de trabalho e do final do dia, origem e destino da viagem, como mostra o exemplo na tabela 2. Essas informações os motorista deveria repassar aos gestores que iriam analisa o custo por quilometro e por dia, e também o total gasto no dia. Assim sendo possível monitorar e controlar o custo do mês e produtividade do caminhão.

DiaVeículo (Marca)Placa MotoristaPostoCombustívelValor UnitárioQuantidadeTotal PagoKm inicialKm finalKm totalOrigemDestinoCusto por kilometroKilometros por litroTotal de custos14/03/2016R$ 3,0010R$ 30,00100100R$ 0,30R$ 3,33R$ 30,0015/03/2016R$ 4,0020R$ 80,00100300200R$ 0,40R$ 2,50R$ 80,00R$ 0,000#DIV/0!#DIV/0!#DIV/0!R$ 0,000#DIV/0!#DIV/0!#DIV/0!R$ 0,000#DIV/0!#DIV/0!#DIV/0!R$ 0,000#DIV/0!#DIV/0!#DIV/0!R$ 0,000#DIV/0!#DIV/0!#DIV/0!CONTROLE DE RODAGEM

Tabela 3 – exemplo de controle de Pneus

Fonte: Autoria própria (2016)

Na tabela 3 é fundamental que os gestores da frota alimente os dados do veículo, que

são o nome do motorista, quantidade de quilômetros rodados pelo veículo, quilômetros do último

pneu, troca realizada de quanto em quanto quilômetros, rodagem do pneu, como mostra o exemplo

da tabela acima sendo assim possível visualizar o feedback do pneu.

Tabela 4 – Exemplo de controle de manutenção

Fonte: Autoria Própria (2016)

Na tabela 4 é essencial que o motorista alimente os dados sobre o dia, o mês, dados do

veículo, tipos de manutenção, causa e valor, como mostrado na tabela acima, portanto o gestor

visualiza os custos variáveis do caminhão podendo realizar o planejamento adequado.

Com esse sistema de tabelas seria possível obter o controle dos custos logísticos da frota,

mas é indispensável a colaboração dos funcionários com informações confiáveis, portanto, a

necessidade de treinamento para os colaboradores, para que saibam aplicar o uso das tabelas e

ter consciência da importância do controle dos custos para a obtenção de lucro, pois influenciam

diretamente no rendimento da empresa e no valor do frete

Com essa proposta seria possível que a empresa tenha uma visão dos seus gastos e

possa planejar antes que que ocorra o processor, podendo diminuir gastos onde achar

necessário aumentando a lucratividade.

Veículo (Marca) Placa Motorista

Km total rodado

pelo veículo

Km de cadastro

do último pneu

Troca de

quantos em

quantos km

Rodagem do

pneu

Feedback do pneu

Iveco OPD4785 Acir 1.600 0 300 1.600 Está na hora de trocar

Mercedes FRT1265 João Paulo 300 51 50 249 Está na hora de trocar

Siena KIG3789 Fernando 9.000 500 5.000 8.500 Está na hora de trocar

CONTROLE DE PNEUS

Dia Mês Veículo (Marca) Placa

Tipo de

Manutenção

Manutenção Causa Valor

13 Março Iveco OPD4785 Corretiva Trocar palletas do para-brisa Desgaste 200,00

14 Março Mercedes FRT1265 Preventiva Serviço de manutenção extra Quebra eixo 500,00

15 Março Siena KIG3789 Preventiva Trocar filtro da cabine Vencimento do prazo 1.000,00

CONTROLE DE MANUTENÇÃO

5 REFÊRENCIAS

ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres. Disponível em www.antt.gov.br. (Acesso em 07 de abril de 2016)

BUDÓIA, L. M. P.; BUZATO, W. C. B. Proposta de um modelo de decisão baseado em custos com ênfase nos processos produtivos de charque. 2012. Monografia (Bacharel em Ciências Contábeis) Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium. Lins.

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KEDDI, Samir. Transportes, unitização e seguros internacionais de cargas. 5.ed. São Paulo: aduaneira, 2011.

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SILVA, Edna Lúcia da; MENEZES, Estera Muszkat. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. 4.ed. rev. Atual. Florianópolis: UFSC, 2005.

Alice Nayara Branco
  • Alice Nayara Branco Estudante de Pedagogia
  • Eu sempre gosto de olhar para o lado otimista da vida, mas sou realista o suficiente para saber que a vida é uma questão complexa.

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